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Juliana e Andrey
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
PRAZER PELA METADE. ENVIADO POR ANA PAULA ZANETTE. SHOW!
Prazer pela Metade
Leila Ferreira***
Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido... Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade. A gente
sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres
continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'! Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias
bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia...
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver
10 episódios do 'Heroes', uma caixa de trufas bem macias e o Brad Pitt, nu, embrulhado pra presente. OK ?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.
Leila Ferreira***
Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido... Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade. A gente
sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres
continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'! Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias
bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia...
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver
10 episódios do 'Heroes', uma caixa de trufas bem macias e o Brad Pitt, nu, embrulhado pra presente. OK ?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.
DOAR SANGUE.
REPASSANDO
Bom dia.
Minha esposa (Margarete Giovana Krzizanowski) é portadora de "Leucemia Linfóide Aguda", contraída desde 08/09/2008. Vem fazendo quimioterapia intensiva desde então. O quadro dela teve alteração esta semana, pois se constatou que está com Anemia. Ontem (29/01/09) ficamos das 13h30min horas até as 22h30min aguardando sangue "O negativo" ela precisa com urgência dessa doação para recuperação do seu organismo. Peço que as pessoas que possam nos ajudar que se dirijam ao Hospital Santa Isabel de Blumenau, Banco de Sangue e que mencionem nome para quem estão doando. Obrigado.
Moacir Krzizanowski
Depto. Comercial
Cervejaria Eisenbahn
Rua Bahia, 5181 - Salto Weissbach
89032-001 - Blumenau / SC
Fone (47) 7811-9650
http://www.eisenbahn.com.br
Bom dia.
Minha esposa (Margarete Giovana Krzizanowski) é portadora de "Leucemia Linfóide Aguda", contraída desde 08/09/2008. Vem fazendo quimioterapia intensiva desde então. O quadro dela teve alteração esta semana, pois se constatou que está com Anemia. Ontem (29/01/09) ficamos das 13h30min horas até as 22h30min aguardando sangue "O negativo" ela precisa com urgência dessa doação para recuperação do seu organismo. Peço que as pessoas que possam nos ajudar que se dirijam ao Hospital Santa Isabel de Blumenau, Banco de Sangue e que mencionem nome para quem estão doando. Obrigado.
Moacir Krzizanowski
Depto. Comercial
Cervejaria Eisenbahn
Rua Bahia, 5181 - Salto Weissbach
89032-001 - Blumenau / SC
Fone (47) 7811-9650
http://www.eisenbahn.com.br
YAKUTSK

Yakutsk e uma cidade remota na Sibéria Oriental (população: 200 mil), famosa por aparecer no clássico jogo de tabuleiro Risk (versão do War) e por deter a fama de ser a cidade mais fria da Terra. Em Janeiro a média fica em torno de 40°C negativos. A névoa que cobre a cidade restringe a visibilidade a 10 metros. Moradores em pesados casacos de pele passam pela praga central, adornada por uma arvore de Natal congelada e uma estatua de Lenin.
A 5°C negativos o frio pode ser refrescante.
A 20°C negativos a humidade no nariz se congela e fica difícil não tossir.
A 35°C negativos a pele exposta ao ar fica dormente e a necrose é um risco.
E a menos 45°C até usar óculos fica complicado. O metal gruda no rosto e nas orelhas e rasga pedaços da pele quando você decide tirá-los.
Quase sem exceção, as mulheres se cobrem da cabeça aos pés com peles, muitas delas produzidas ali mesmo. Nesse clima a ética pouco importa. 'Vi na televisão que na Europa existem lunáticos que dizem que nao é legal usar pele porque eles amam os animais', diz Natasha, uma moradora de Yakutsk que veste um casaco de coelho e um encantador chapéu de raposa ártica. 'Deveriam vir para cá para ver se ainda se preocupam tanto com os animais. Aqui você precisa vestir peles se quiser sobreviver.'
Uma reportagem de Shaun Walker
PROPAGANDA...CUIDADO!
PROCURANDO OS MARIDOS
Em um supermercado, duas mulheres se esbarram com seus carrinhos:
- Desculpe, mas eu estava distraída. Estou procurando o meu marido, não sei onde ele está.
- Que coincidência. Também estou procurando o meu marido!
- Mesmo? E como ele é?
- Bom, ele é Moreno, 1,88 de altura, olhos verdes, bronzeado, coxas grossas, ombros largos e uma bundinha Linda!
Está usando uma calça jeans surrada e uma camiseta que realça o peito e os braços sarados. - E o seu?
- O meu que se dane!!! Vamos procurar o seu.
Em um supermercado, duas mulheres se esbarram com seus carrinhos:
- Desculpe, mas eu estava distraída. Estou procurando o meu marido, não sei onde ele está.
- Que coincidência. Também estou procurando o meu marido!
- Mesmo? E como ele é?
- Bom, ele é Moreno, 1,88 de altura, olhos verdes, bronzeado, coxas grossas, ombros largos e uma bundinha Linda!
Está usando uma calça jeans surrada e uma camiseta que realça o peito e os braços sarados. - E o seu?
- O meu que se dane!!! Vamos procurar o seu.
MAES...MALUCAS ...VALE A PENA LER!
CONVERSA DE DUAS CRIANÇAS!!!!
- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me
botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo
doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer
me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com
alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe
disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu
pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai
foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo
ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem
uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua
mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que
meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então
ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles
dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É
isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo
de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá,
paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me
contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter
feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não
gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo
um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que
ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia
fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai
sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns
chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua
mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela
chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração
dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar
ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes
ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar
que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco
nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.
- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me
botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo
doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer
me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com
alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe
disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu
pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai
foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo
ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem
uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua
mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que
meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então
ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles
dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É
isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo
de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá,
paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me
contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter
feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não
gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo
um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que
ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia
fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai
sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns
chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua
mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela
chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração
dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar
ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes
ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar
que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco
nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.
CAMARA DIGITAL.
Um mineiro comprou uma câmera digital e levou para seu sítio.
Chegando lá, mostrou aquela novidade para todos. Nunca ninguém tinha visto algo igual.
O mineirinho pra mostrar que sabia tirar retrato, diz:
- Pessoár, todo mundo pra-per-da-cerca-di-arami farpadi logo ali, pro-modi-qui vô tirá umas foto docêis!!!
Chegando lá, mostrou aquela novidade para todos. Nunca ninguém tinha visto algo igual.
O mineirinho pra mostrar que sabia tirar retrato, diz:
- Pessoár, todo mundo pra-per-da-cerca-di-arami farpadi logo ali, pro-modi-qui vô tirá umas foto docêis!!!
Então, ele programa o temporizador, clica e corre pra junto de todos..
Nessa hora, quando os outros o vêem correr na direção deles, todos saem correndo também. Atravessam a cerca de arame farpado, rasgando-se todos. Foi um salve-se quem puder!
Depois desse desastre, o mineirinho pergunta:
- UÁI, qué qui aconteceu, uai?!?
Depois desse desastre, o mineirinho pergunta:
- UÁI, qué qui aconteceu, uai?!?
E sua tia, com as duas orelhas cortadas, roupa toda rasgada, responde:
- Se ocê qui cunhece esse trem ficou cum medo i correu, imagine nóis, qui num cunhece... uai!
- Se ocê qui cunhece esse trem ficou cum medo i correu, imagine nóis, qui num cunhece... uai!
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
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